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Estar acima do peso é maior causa de câncer no Reino Unido depois de fumar, e está ligado a 13 tipos diferentes de doença, incluindo câncer de mama, câncer de intestino e câncer de rim.

Os millennials, nascidos entre o início de 1980 e meados de 1990, são a geração com mais excesso de peso desde o início dos registros atuais.

De acordo com estimativas do Cancer Research UK, mais de 70% das pessoas entre 35 e 44 anos de idade têm sobrepeso ou obesidade.

Gerações

Statistical Information Team da Cancer Research UK tirou essas conclusões com base nos dados do Health Survey for England.

A equipe calculou que, quando os millennials chegarem à meia-idade, mais de 7 em cada 10 têm probabilidade de estarem com sobrepeso ou obesidade. Isso se compara a cerca de 5 em cada 10 baby boomers – os nascidos entre 1945 e 1955 – com sobrepeso ou obesidade com a mesma idade.

Alison Cox, diretora de prevenção do Cancer Research UK, acredita que se mais pessoas se conscientizarem da ligação entre o excesso de peso e o câncer isso pode ajudar a prevenir a doença não apenas para os millennials, mas para todas as gerações.

Risco de câncer

Estar acima do peso é maior causa de câncer no Reino Unido depois de fumar, e está ligado a 13 tipos diferentes de doença, incluindo câncer de mama, câncer de intestino e câncer de rim.

Especialista em prevenção do Cancer Research UK, a professora Linda Bauld diz que a gordura corporal excessiva envia mensagens ao corpo que podem danificar as células. Ao longo do tempo os danos podem se acumular e aumentar o risco de câncer, da mesma forma que os danos causados pelo tabagismo.

A entidade diz que apenas 15% das pessoas no Reino Unido estão cientes da relação entre o excesso de peso e o câncer, e está lançando uma campanha nacional para aumentar a conscientização.

Alimentação saudável

A instituição humanitária diz que nada é melhor do que uma dieta equilibrada para manter o peso saudável e recomenda comer muitas frutas, legumes e cereais integrais, e reduzir o consumo de junk food.

A entidade continua, afirmando que o governo deve desempenhar seu papel em ajudar as pessoas a fazerem escolhas alimentares saudáveis.

Caroline Cerny, dirigente da Obesity Health Alliance, concorda. Em um comunicado, ela diz: “Reduzir a obesidade não será alcançado só esperando que as pessoas simplesmente comam de modo mais saudável, especialmente quando nosso ambiente promove constantemente junk food e porções enormes. É por isso que as 40 principais organizações de saúde da Obesity Health Alliance estão instando o governo a tomar medidas mais fortes para combater a obesidade infantil, começando com uma linha divisória às 21:00 h para reduzir a exposição das crianças aos anúncios de junk food durante os programas de TV favoritos delas”.

FONTES:

Cancer Research UK

Obesity Health Alliance

WebMD Health News © 2018

Fonte: medscape

ADOÇANTES ARTIFICIAIS DETECTADOS NO LEITE MATERNO

Um grupo de pesquisadores do National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Disease, sob o comando da Dra. Kristina Rother, mostrou que alguns adoçantes artificiais não-nutritivos (NNS) estão presentes no leite materno.

A equipe coletou amostras de leite materno de 20 nutrizes voluntárias, independentemente de serem ou não usuárias frequentes de NNS. Os adoçantes artificiais sacarina, sucralose e acesulfame estavam presentes em 65% das amostras, enquanto que o aspartame não foi detectado. Antes desse estudo, a sacarina era o único NNS reportado como presente no leite materno em usuárias desse produto. Esses novos dados mostram que vários tipos de NNS podem passar para o leite materno. Os investigadores também descobriram que 66% das nutrizes que não estavam fazendo uso de NNS também apresentaram níveis detectáveis de NNS no leite materno sugerindo, assim, que muitas pessoas não têm conhecimento de que adoçantes artificiais possam estar presentes em vários alimentos e bebidas que consomem.

Pesquisas adicionais são necessárias para determinar se a exposição a NNS via leite materno pode afetar os bebês. Esse achado representa um desenvolvimento importante em nossa visão sobre esse assunto.

Referência bibliográfica (artigo original)

1. Sylvetsky Meni AC et al. Non-nutritive sweeteners in breast milk. Journal of Toxicology and Environmental Health 2015, Aug 12.

Fonte: diabetes.org.br

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